Comecei meu dia igual a tantos outros: acordei cedo, sentindo muito frio nas canelas apesar de embrulhado em três cobertores.
Às 6h10 saltei da cama e, como de costume, liguei o celular, aquecimento água par o café, limpei a caixa de areia da gata, lavei-lhe as vasilhas e coloquei comida úmida, troquei sua água de beber, abri as janelas e me extasiei com a cerração.
Um fenômeno raro aqui essa formação de nevoeiro.
Tomei meus remédios, um para baixar a pressão, o outro para aumentar a dopamina.
Verifiquei minhas contas, tomei café, vi as notícias, aguardei dona M aparecer.
Às 9h comecei a preparar minha bagagem para a viagem de amanhã: livros, presentes para os netos, roupas de viagem.
Meio-dia e meia: ir ao dentista para verificar os implantes novos a me incomodar há vários dias, com dor e balanço.
Notícia ruim: foi preciso removê-los, voltei banguela para casa, com.a promessa de amanhã trocar por uma perereca provisória.
Duas da tarde: ainda com anestesia (foram quatro injeções), almocei tarde e mal.
Fiz um repouso enquanto o bebê corria aos gritos pela casa.
Ela passou o dia inteiro brincando e se divertindo aqui. Foi embora às 18h30.
Ainda saí com dona M para compras do almoço festivo de amanhã, feriado estadual e seu aniversário de 73 anos.
19h30- finalmente descanso, abduções e zazen
20h30- jantar, leitura e me acomodar.