Continuo com antibiótico, sem treinos, com desinfecção à custa de enxaguatório, escavação, fio dental, sofrimento.
A manhã toda em casa, lendo Júlio Cortazar, em O jogo da amarelinha.
Sair de carro às 14h30, para compras e molhar as plantas do apartamento 03.
O gato Salém no corredor, assustado, deixado para fora, com a porta fechada.
Aviso a dona, mo apartamento ao lado. Recolhe, entra feito um raio.
Em casa retomo a leitura e ouço música barroca, de Scarlatti.
O caso da garagem: ligo para a dona, para a portaria.
Talvez amanhã decifre essa treta quando chegue o porteiro do dia.
A prima se esquiva do combinado, a dona não sabe do que se trata e eu, aqui, me incomodando.