Domingo, 29

Tudo certo na corrida. Minha preocupação eram as panturrilhas que pudessem travar.

Não aconteceu. Terminei sem incidentes, mas bem cansado e não consegui manter a corrida o tempo todo.

Andei diversas vezes. Trechos curtos, claro, mas vários.

Fixei o velho Bifon no km 8, tentando acompanhar e, quiçá, ultrapassar.

Não deu. Mas terminei trotando e concluí em 01:09:53 com pace sub 7 minutos, o que foi a melhor coisa da corrida.

Na verdade, cheguei apenas 5 segundos após o veio Bifon. E ele é da turma 70/74 e eu já estou na de 75/79, onde foi o número 9 em 19 velhotes.

Imaginar que, passados 24 anos de minha primeira Corrida Integração aos 49 anos, tinha concluído com 01:08:50, ou seja, 1 minuto a menos?

Então de tudo certo, numa prova com milhares de corredores e caminhantes, em que a nota distoante foi a dispersão.

Demorada, meus hora em pé, parado, num calor forte, suado e cansado, para receber a medalha xureque, apenas água pois as frutas e sorvetes tinham acabado antes de servir a todos.

Mas, para mim, não faz diferença,  mesmo porque a inscrição foi cortesia.

Andei com dona H mais 500m até chegar no carro.

Aí vi dois riscos no parachoque traseiro.

Algum filho da puta bateu atrás ao manobrar e se mandou.

Meu carro é novo, tem apenas 3 mil km, nenhum risquinho.

Descansei a tarde toda, mas adiantei dezenas de páginas do texto atual em que estou trabalhando.

Meditação, um pouco de leitura, amendoim salgado e me recolher às 20h30.

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