Quarta-feira, 17

Uma cerração incrível  que há tempos não via.

5 da manhã: desperto, tomo banho, passo café e como pão gelado com manteiga dura.

O inverno aqui é rigoroso mas a dona da casa mantém essas coisas na geladeira, no ponto 3 mais forte da regulagem.

8h- saio para consertar a régua de tomadas com o fusível queimado.

9h- à pro Irã de uma,agência Santander para recomeçar o smartphone desabilitado.

Todas desativadas. Os bancões estão liquidando as agências físicas.

Encontro uma lá nos confins do judas. Ainda bem que o busão vai até lá.

Mas me atrasa a visita no irmão 02.

Resolvida a treta com a jovenzinha gerente, chego de volta às 11h, a tempo de preparar o mate que ele gosta.

Ouvimos Cesar Frank, Beethoven e Mozart.

Almoço caprichado.

Mais música, agora Wienawski.

Ensino-lhe o caminho virtual do Auxílio Farmácia.

Despeço-me, vou ao centro comprar um carregador de celular, 49 reais, e cortar cabelo na Ritz, 50 reais com o Ezeguiel.

Volto ao irmão 02 buscar o carregador esquecido.

Retorno aos irmãos 04 e 05 para despedir-me.

Saio para jantar um hot-dog gigante, de 35 reais, que pareço para liquidar: muito bom mas enorme.

Em casa, fazendo a mala e sossegando. Preciso acordar bem cedo para viajar de volta.

Zero treinos, zero meditação.

Amanhã recomeçaram minhas atividades de rotina.

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