Amanheci nos EUA após uma viagem de 8h ininterruptas, espremido na última poltrona da última fileira do avião, entre uma moça antipática e um cavalheiro peso-pesado.
Uns cochilos breves, uma comida pavorosa, num avião lotado.
Mas, sem turbulência, não foi uma viagem ruim apenas desconfortável.
Na imigração e recolha da bagagem foi tranquilo, com dona G na cadeira de rodas passando nas prioridades.
Poucas perguntas do oficial e um carimbo permitindo a entrada no país.
Gorjeta de 10 dólares para o condutor da cadeira de rodas, espera de duas horas até a filha aparecer para nos resgatar.
Quarenta minutos de viagem de carro, uma parada no Coffee-break, conversa agradável até perto do meio-dia e, finalmente, em casa.
Agora descansar, organizar a bagagem, fazer um mate caprichado e esperar a chegada das crianças vindas da escola.
Sossego total nesta casa enorme, silenciosa, confortável, nova e bonita dentro de um condomínio de alta classe.