Pensando aqui

A propósito de tecer histórias imaginárias como o faz um prezado amigo, ou histórias verídicas como as minhas, cumpre-me reforçar que a preocupação primeira é deixar fluir os pensamentos para que não se esvaiam.
Segundamente, trazer perto de si uma Gramática e dicionário para corrigir e refinar o texto.
Sigo o exemplo do finado Ely Blum, de quem talvez se recorde.
Ely escrevia sem parar, sem pontuação, o que lhe vinha à cabeça juntamente com.o que estava ouvindo os colegas falarem
Ficava uma maçaroca divertida e inovadora.
Ele enchia cadernos e mais cadernos com suas algaravias.
Anos depois percebi – guardadas as devidas proporções – nos textos de José Saramago, o laureado escritor português, essa técnica interessante de desafiar a formalidade da escrita literária.

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