Sábado, 21

Acordei bem cedo, às 5h30, e às 6h já estava indo tratar dos gatos da menina, numa caminhada de 7km entre ida e volta.

Troco os potes de água, coloco comida nas travessas, limpo a caisa de areia,removo o lixo, abro as janelas para ventilar o ambiente, escovo os dois gatos.

Soube que o genro detesta que os gatos subam nas mesas. E era uma brincadeira que fazia com os felinos, obrigando-os a pular de uma para outra para que se exercitassem.

Mas fiquei sabendo que ele não gosta e acaba bufando com a menina.

De modo que parei de fazer essa jogada mas os bichos estavam acostumados. Hoje, ao.impedir que subissem, tentei tirar o maior. Ele esperneou e acabou se apoiando no.meu braço causando um arranhão fundo.

Tudo isso observado pela câmera que t8nha cedido pata a menina. Tudo bem, lavei o ferimento e voltei para casa.

No caminho de ida e volta passo.por um viaduto, agora transformado em ponto de encontro do pessoal do crack.

Ambiente triste de ver. Passo devagar e sempre cumprimento o pessoal.

10h- levar as duas sisters para desembalar a geladeira, varrer as áreas, cuidar das plantas.

12h30- o entregador ligou para desembarcar o fogão novo. Lá vou eu, deixando o prato de almoço na espera.

Meia hora e 50 reais de gorjeta depois, retomo o almoço interrompido.

15h- mormaço vai chover novamente. Resolvi ir olhar os gatos novamente. Vou de carro. Tudo em ordem.

17h- descansar, café com leite na caneca.

19h30- meditação.

20h30- vou me acomodar e ler os contos de Rubem Fonseca.

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