Segunda-feira, 16

Iniciando hoje o treino oficial pós-quarentena de 1 mês da segunda cirurgia e 2 meses da primeira.

O que era para ser uma alegria foi um desastre. Comecei bem, andando 1km.para aquecimento, seguidos de 6 x 2′ de trote x 3′ andando.

Foi tudo bem até o 4o. trecho quando a panturrilha esquerda começou a dar sinais de colapso, aquela dor no meio da batata da perna, velha conhecida ressuscitando os caroços antigos.

Às 11h levei o carro para a revisão de 2 anos. Orçamento de quase 2 mil reais para a revisão chamada “gratuita”, isso porque já tinha contratado e pago as três revisões iniciais quando comprei o carro.

Vai ficar pronto às 18h mas já avisei que não vou sair na chuva para buscá-lo, deixando para o dia seguinte de manhã.

Dito e feito: às 17h desabou água novamente.

Passei a tarde fazendo compressa de gelo e alongamento.

A menina levou as duas ao shopping para escolherem geladeira e fogão para o novo apartamento. Esperta que só, a menina convenceu a mãe a levar a cadeira de rodas para se moverem mais rapidamente.

Se não for assim, é um tormento levar a mãe em lojas pois anda devagarinho e com dificuldade.

Ao fim, voltaram perto das 18h com as compras feitas e pagas pela tia.

Esse foi o combinado: de minha parte paguei o apartamento e a reforma e ela se encarrega dos internos.

Não ficou muito no zero a zero pois gastei, até agora, 340 mil reais e ela fez compras de 4mil.

E pensam que foi fácil? Nada disso. A dificuldade em entender o que está sendo feito e proposto é de tirar a paciência de qualquer um.

Quanto mais se explica, mais ela se atrapalha e repete o que foi dito e combinado. O jeito é falar lentamente e em vocabulário quase infantil.

Situação difícil, sem perspectiva de retorno. A cada dia a senilidade se manifesta mais, deixando dona F mais grosseira e impaciente.

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