Sexta-feira, 11

Treino de musculação presencial às 8h30 aqui no prédio, onde inventaram uma academia: uma bicicleta e um “trono” com uns puxadores. É um trambolho cheio de roldana e pesos.

Mas não usamos nada disso. Meu treino é com o peso do corpo, com elásticos e faixas.

Às 10h levo dona S ao apartamento para aguardar o técnico que montará uma pia e outros acessórios.

De lá vou ao apartamento da filha, deixo o carro e pego o outro maior para carregar com ela o restante da mudança dos seus equipamentos do ateliê.

Essa história vai até o meio-dia. Parada para almoço ali perto. Faz quase três anos que deixamos de frequentar restaurantes. Fiquei surpreso com a conta: três bufês livres de comida simples custaram 95 reais.

Passamos a tarde no apartamento. Dona S ocupada com a limpeza dos armários, janelas, piso.

Teve até chimarrão e café. Ocupei-me em consertar os tacos, revisar as tomadas, ajustar os ralos, conferir os chuveiros, fechaduras e lâmpadas.

E vem a chuva forte às 16h. Encerramos o expediente, a menina leva dona F para casa e eu volto a pé, aproveitando a caminhada e uns pingos de chuva.

Cinco da tarde, em casa, um mate para completar bem o dia e curtir o descanso até o outro dia.

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