6h20 – e já estava no laboratório para fazer os exames pré-operatórios. A atendente me espetou de forma pesada. Às vezes a gente nem percebe a agulha furando a veia. Hoje, não. Ardeu, incomodou, demorou. Ganhei um café horroroso, três bolotas secas nomeadas de pão de queijo, quatro biscoitos genéricos. Tudo porcaria.
8h10 – fui à clinica cardiológica para fazer um eletrocardiograma. Desta vez, bem atendido, enfermeira delicada e silenciosa. Às 8h30 já estava de volta em casa, embora tenha ido a pé.
Meio-dia: fiz compras de supermercado, carreguei as caixas pesadas que não devia em função do furo na veia do braço esquerdo.
Quieto em casa a partir daí.