Madrugada, 4h, o guri avisa que chegou nos EUA após uma longa viagem, saindo de Estocolmo, pousando em Chicago, voando para Newport-OR, dirigindo três horas noite a dentro até chegar na casa dele.
Saltei da cama às 6h, tratei do gato, fiz café, recomecei o trabalho de revisão.
Interrompo às 9h, visto roupa de treino, deixo o carro para lavar e caminho 6km forçadinhos – hoje não corri, preservando-me para a corrida de 10km no domingo.
No caminho de volta compro sachês para a gata, pego o carro limpo, pago 50 reais e dou uma gorjeta de 15 para o pessoal.
Parada no supermercado: compro as encomendas de dona V para o almoço de domingo, além de Gatorade e água de coco para mim e o genro no dia da prova.
Parada na farmácia: compro os medicamentos de dona V.
Parada numa loja de coisas terapêuticas: compro um rolinho de massagem para minhas tristes panturrilhas, sempre gemendo.

Compro também para dona V um par daqueles chinelos de conforto, tão na modo atualmente. Além de fazer-lhe um agrado fico livre do barulhinho xarope que ela faz arrastando os atuais. Esses vou jogar no lixo.
Quatro da tarde: treino de musculação caseiro. Ótima sensação dos músculos esticados e exaustos.
Bebo uma canecaça de café com leite e retomo a revisão. Vou ler novamente todas as páginas para filtrar pequenas imperfeições.
Enquanto isso ouço na TV em YouTube os sucessos de 1950, recordando meus dias românticos dos 17 anos.