Quinta-feira, 24

Várias atividades, nenhuma relevante ou novidade: rodar 5km médios com 200m finais fortes. Consegui em 32 minutos na avenida de sempre, de manhã, às 8h30 sob sol já forte.

Terminei em frente ao petshop. Sempre levo o celular e cartão de crédito. Renovei o estoque da gata porque viajaremos neste domingo, sem data certa para retorno.

Parei para conversar com um cadeirante que faz ponto ali em frente. Meia dúzia de palavras já bastam para fazer uma gentileza.

Em outra parada, um sujeito bem arrumado me pede ajuda para comprar comida. Não sei é verdade ou não. Dou-lhe 10 reais, é o que tenho de sobra.

Mate forte, uma espiada nas contas almoço rapidão.

Vou à frutaria e faço umas compras para 3 dias.

Pausa para fazer a contabilidade mensal organizando os valores das despesas, das receitas e fo que sobra para guardar.

Já deixo tudo marcado para efetivar amanhã cedo, quando recebo a aposentadoria.

Enquanto isso, dona E faz seus exercícios com o personal-treinador-cuidador

Nesse horário dona X liga para a irmã e esta acompanha os exercícios pelo WhatsApp.

Mas hoje não quis, alegando mal estar. Deve estar deprimida e confusa. Pela câmera observo que fica se “arrodiando” na cozinha, erguendo sem parar as tampas dos tupperwares.

Acende e apaga um queimador do fogão, entra e sai da cozinha, senta e levanta, abre e fecha armários e geladeira sem parar.

Olha o relógio de parede, enxuga a pia várias vezes, abre e fecha as janelas, não tem sossego e não conclui nenhuma tarefa.

O que será que se passa em sua cabeça o tempo todo?

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