Almoço no restaurante japonês, vendo a professora Solange de Almeida Fayad.
Cumprimentei-a e conversamos amistosamente. Foi uma ótima lembrança e um encontro cordial.
Atravessando a rua entramos no Cartório para assinatura do registro do inventário. Uma conversa comprida seguida de assinaturas e me comendo mais 304 reais a título de emissão de documentos.
Ainda apareceu mais a conta dos advogados, 3.000 reais de cada um dos 10 herdeiros.
Resumindo: até agora essa tia só me deu prejuízo. A suposta venda do imóvel michou faz tempo. E do primo Aécio ainda surgiu uma pendência cível que irá travar uma futura venda dessa herança.
A parte positiva: sou agora proprietário de 10% da casa e terreno. Como se dizia por aí “grandescoisa”
Continuando com os advogados fui ver “in loco” o lote das irmãs aqui, sob pendência do IPTU.
Um lugar distante do centro, numa rua sem saída. Contratamos o casal advogado para solucionar essa história. Deixei-lhes os documentos comprobatórios e procuração. Novas despesas à vista.
Retorno às 16h, não sem antes dar uma ou duas voltas na rua do meu avô, seguido de um café com leite no Iujo, onde encontrei, cumprimentei e recordamos os tempos da SIX com Roberto Sultowski, meu primeiro supervisor desde o dia 10 de julho de 1973.
Às 6 da tarde, já em casa tomando mate.