Sábado,19

Treino bom hoje cedo. Amanheceu um ótimo dia de céu azul .

Saí às 8h em direção à Barreirinhaas não fui tão longe assim. O exercício era intervalado, bem minucioso: 10min leves, 5min médios, 4min moderados, 5min médios, 3min leves, 2min fortes, 1 min leve, 10min andando, 10min corrida leve.

Estava terminando a última parte quando vi um sujeito empurrando um carro, tentando “pegar” no tranco. Ao volante do carrinho velho, um motorista também velho.

Ajudeia empurrar mas não teve jeito. A bateria estava tão ruim que sequer acendia o painel. Fizemos mais duas tentativas e nada.

Tem seguro? Não. Tem alguma pessoa para chamar, um filho, um amigo? Não. Vamos chamar um guincho, um eletricista aqui por perto? Não. Podemos ajudar com alguma outra coisa? Não.

Agradeceu nossa ajuda e ficou por isso mesmo.

Parte da tarde: dona B queria ir a algum parque a fim de espairecer dessas histórias todas. Dou-lhe razão. É desgastante passar o dia tutelando a irmã.

Mas como ir e não convidar?

Nada feito. Estava combinando uma estratégia quando recebi a mensagem da cuidadora do irmão, perguntando se não iria lá pois ele estava deprimido e perguntando por mim.

Como recusar? Há prioridades. Surgem assuntos dos quais não se pode escapar.

Combinei com dona S e ela decidiu ir até o Passeio mesmo. Tudo certo. Desceram as duas e fui à visita oficial.

Fez-lhe muito bem. Contei as histórias de hoje, ontem e anteontem. Fiz um mate com morrinho como ele gosta. Desta vez tomou três cuiadas, um progresso e tanto.

Ajudei-o depois a vestir-se e deitar-se enquanto a senhora saiu para algumas compras ali perto.

Voltei a tempo da meditação mas dona W estava com vontade do hambúrguer do Madero.

Tudo bem, fiz as encomendas e fui buscar no Mueller. São pequenas encomendas que garantem bom humor pelo resto do dia. Valeu a pena. Mas que multidão naquele shopping, cruz credo!

Lá se foi a meditação, trocada por valentes dentadas num triplo que costumo escolher.

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