Sábado, 4

Saí cedo, deixando o café pronto e um aviso para dona D, que não tinha se acordado.

Fui animado, sentindo-me bem e confiante para rodar 8 ou mais km até o cansaço exigir que andasse.

Mas no km1 levei um tombo – como dizia meu pai “de todo comprimento “

Escorreguei no barro acumulado no passeio, pisei firme e deslizes. Protegendo com as mãos, ralei os antebraços, as duas palmas e o joelho direito.

Esse sangrou um pouco, ardeu forte. Lavei-me nas poças de água da chuva da madrugada e segui adiante sem dificuldade.

Em casa, entrei disfarçado aproveitando que dona S estava dando mais um sermão na irmã. Esta, com cara de prestando muita atenção, me viu e já largou um “olha, ele se machucou…”

Ou seja, não estava nem aí para a bronca da outra, tipo essas crianças que, do nada, mudam o assunto quando estão sendo repreendidas.

Três da tarde: descansei mas levantei pior, com dores pelo corpo todo. Poucos ferimentos mas dói tudo o tempo todo.

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