E segue o baile. Chove e para, chove e para. Saí às 8h para comprar meu remédio, lenço de papel, café, molho de pimenta e outras miudezas da lista de dona S.
Dia chuvoso e frio novamente. Em casa, fiz meu treino de musculação e encerrei a manhã tomando mate.
À tarde, despejou água novamente e saiu o sol já em seguida.
Viemos para a Vila Isabel na avenida Artur Bernardes, passando pela Rio Grande do Sul e Ulisses Vieira.
Atendimento pontualmente para a consulta da 02, fazendo o pagamento via PIX pela conta dela.
Agora é assim: com acesso ao aplicativo do banco, controlo e faço seus pagamentos, sirvo de Uber, de carregador, de comprador, de pagador e o que mais for preciso.
Por exemplo: o fogão velho ficou uma semana enfeitando a sala enquanto ela não se decidia o que fazer para descartar.
Às vezes dizia que ia vender ali embaixo nas lojas de usados, outras que iria doar numa instituição, e o tempo passando e o fogão ali paradão.
Hoje, após uma prensada nossa, decidiu deixar no espaço de reciclável do subsolo.
Dito e feito. Convocado para essa tarefa, coloquei no elevador, desci, encontrei a faxineira que se prontificou a ajudar.
Esta, muito viva, já perguntou se podia reservar. Claro, lógico, era o que eu esperava. Quase me descaderei outra vez mas erguemos o tal e finamente foi entregue.
Quero dizer o seguinte: a velocidade com que se tomam decisões – sejam elas importantes ou corriqueiras – determina nosso lugar na vida.
A indecisão, o medo, a falta de iniciativa nos atrasam e atrapalham.
Mas cada um tem seu tempo. Não é fácil conviver.