Quarta-feira, 12

E segue o baile. Chove e para, chove e para. Saí às 8h para comprar meu remédio, lenço de papel, café, molho de pimenta e outras miudezas da lista de dona S.

Dia chuvoso e frio novamente. Em casa, fiz meu treino de musculação e encerrei a manhã tomando mate.

À tarde, despejou água novamente e saiu o sol já em seguida.

Viemos para a Vila Isabel na avenida Artur Bernardes, passando pela Rio Grande do Sul e Ulisses Vieira.

Atendimento pontualmente para a consulta da 02, fazendo o pagamento via PIX pela conta dela.

Agora é assim: com acesso ao aplicativo do banco, controlo e faço seus pagamentos, sirvo de Uber, de carregador, de comprador, de pagador e o que mais for preciso.

Por exemplo: o fogão velho ficou uma semana enfeitando a sala enquanto ela não se decidia o que fazer para descartar.

Às vezes dizia que ia vender ali embaixo nas lojas de usados, outras que iria doar numa instituição, e o tempo passando e o fogão ali paradão.

Hoje, após uma prensada nossa, decidiu deixar no espaço de reciclável do subsolo.

Dito e feito. Convocado para essa tarefa, coloquei no elevador, desci, encontrei a faxineira que se prontificou a ajudar.

Esta, muito viva, já perguntou se podia reservar. Claro, lógico, era o que eu esperava. Quase me descaderei outra vez mas erguemos o tal e finamente foi entregue.

Quero dizer o seguinte: a velocidade com que se tomam decisões – sejam elas importantes ou corriqueiras – determina nosso lugar na vida.

A indecisão, o medo, a falta de iniciativa nos atrasam e atrapalham.

Mas cada um tem seu tempo. Não é fácil conviver.

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