Ontem à noite organizamos toda a bagagem para viajar hoje cedo. Ficou acertado que traria o irmão 1 até SP para que ele evitasse a permanência em aeroporto, táxi e outros contatos em vista do agravamento da pandemia.
A viagem seria mais demorada por entrar e sair da capital. Mas tudo bem, nada é sempre igual.
Só não contava com a cunhada começar a passar mal ali pelas 10 da noite. Já tínhamos nos acomodado quando dona U estranhou o acender e apagar de luz, o andar pra lá e pra cá da 02.
Foi o tempo de levantar e percebê-la a vomitar, empalidecer, desabar tal e qual dias atrás.
Chamei o atendimento de emergência do plano dela. Avisaram que estavam com muitos chamados mas iriam atender dali uma a três horas. O recurso foi esperar.
Chegaram à 1h15 da madrugada. Atendimento de praxe, verificando os sinais. Pressão alterada, taquicardia, náusea, aparência confusa.
Tacaram-lhe uma injeção de Dramin e ficou por isso mesmo. Acomodada ali pelas 3 da manhã, dormiu e acordou às 8h já recuperada.
Resultado para nós: viagem cancelada e aguardar a recuperação. Dona F quer levá-la, a irmã se recusa.
Vamos passar o domingo nessa ladainha.
Refugio-me na meditação e imagino ficar mais uns dias por aqui.
Cada dia uma surpresa e assim vamos vivendo pleno de emoções…