Sábado, 8

Fiquei uma hora e tanto no vento ali fora defronte ao número 660 esperando as duas serem atendidas. Estranhei a demora.

Ao sair me contaram que foram atendidas pontualmente às 15h40 e a consulta se estendeu por mais de uma hora.

Médico educado e atencioso, explicou tudo detalhadamente confirmando o diagnóstico e a prescrição dos medicamentos, aumentando um deles de 5 para 10mg.

Reforçou a recomendação de vida social, exercícios, blá, blá, blá, sempre a mesma história.

E a mesma história se repete: a paciente não vai seguir a prescrição, saiu com uma cara de desacorçoada, tudo em vão, perda de tempo e vai ficar na mesma toada.

De modo que dona R ficou furiosa e quer ir embora amanhã levando-a a reboque.

Mas a dita cuja não quer voltar conosco.

E hoje, apesar do frio de 14 graus não me intimidei e saí para o treino de rua às 8h, em corrida leve até atrás da Rodoferroviária, no meio daquele pessoal que vive por ali debaixo dos viadutos e pontes. Passo correndo e cumprimentando um por um. Dinheiro não tenho mas dou um bom dia e aceno para cada um.

Num trecho plano, reto e vazio faço os tiros de 1 minuto em 5 vezes, intervalado com 5 minutos de corrida leve.

Terminada essa parte, voltei correndo pela Conselheiro Laurindo até em casa, tendo percorrido 9,5km

Descansei o resto da manhã, levei as senhoras fazer compras para a casa e para voltar, finalmente, amanhã para meu canto.

Vim me despedir do irmão 2, ajudei-o a pagar umas contas pelo computador. Aceitei um cafezinho simples e volto para arrumar minhas bugigangas.

Deixe um comentário