Janeiro, 3

Andanças fortes hoje. De casa até o fim da 24 de maio, em três etapas, à procura de peças de reposição para consertar a parte elétrica do fogão da 02.

Só andei e nada consegui. O fogão é tão velho que não aparece mais nos catálogos do fabricante.

À tarde resolvi comprar o livro “Me roubaram uns dias contados “, de Rodrigo de Souza Leão.

Descobri num sebo da rua Francisco Nunes, nos confins do Prado Velho. Fui de busão do Círculo Militar até o Teatro do Paiol. E aí não achava o raio da rua.

Pergunta daqui e dali, consulta no Google Maps que me dava uma direção estranha, finalmente achei o endereço depois de caminhar um tempão.

Esta rua eu reconheci do antigo trajeto da Maratona de Curitiba, de saudosa memória.

Voltei de busão, encharcado de suor. Mas valeu a pena por 45 reais um exemplar novo.

Hoje não visitei os brothers.

Tinha combinado de levá-los à tradicional visita ao cemitério e à capelinha de N.S.de Schoenstatt.

Mas o irmão 2 não estava bem e preferiu descansar. Esses dias todos de festas e visitas o deixam ansioso e exausto.

Fica para outro dia e assim vou ficando por aqui mais tempo do que imaginei.

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