Quinta-feira, 9

Dormi demais, tive pesadelos incríveis, todos em Sam, assustadores. E eram somente 6 da manhã.

Marquei às 10h o exame odonto de dona U. Enquanto não chega a hora de sair, continuo nas correções. No carro às 9h40 deixo-a em frente do laboratório e, já uniformizado, saio para meu treino de 6km na avenida.

Vou e volto de boas e nos 800m finais OE um milagre, não sou atropelado por uma jovem desavisada que, igual a tanta gente, sai do posto de galinha olhando só para um lado aquele de onde os carros vêm.

Na cabeça dessa gente ninguém anda, ninguém se move sem ser de carro.

Escapei por um triz graças a um sujeito de bicicleta que, também errado, vinha na contramão pela calçada e passou nainha frente e pah!…sobrou para ele.

Eu parei a tempo e ele continuando foi atingido em cheio. Caiu, rolou no chão, espatifou a bicicleta.

Parei para acudir mas não foi preciso. Por sorte, ficou mais no susto.

A moça entrou em pânico com a burrada que cometeu e ele ficou pasmado, parado, não disse nada.

Sem ter como auxiliar, me mandei após outros caras de bicicleta se reunirem em volta.

Continuei até finalizar a rodagem, encontrei dona F e voltamos embora, sem comentar nada para não lhe assustar.

Agora são 16h e estou há mais de meia hora esperando minha vez no médico nefrologista. Vim trocar o pedido de exame já vencido.

Sol e calor, quieto na sala de espera, aproveito para escrever e encaminhar os pedidos de reembolso da AMS para o irmão 2.

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