Fui cedo à casa de um sobrinho buscar uma furadeira emprestada para mudar o lugar das câmeras. Já reposicionei uma delas. A outra também vou mudar para o alto da parede, longe do alcance dessas diarista xeretas.
Em seguida, levei as duas a uma dessas lojas Havan. Queriam comprar travesseiros, toalhas e outras bugigangas. Duas horas após, voltamos ouvindo as reclamações de praxe: tudo caro, tudo de baixa qualidade.
Isso a gente já sabe de antemão: nas lojas do Véio da Havan só se encontra produtos da China.
Agora, mais uma visita na Água Verde. Os exercícios ficam para amanhã.