Terça-feira, 21

Fui às 9h à sessão 20 de fisioterapia. Levei uma lata de doce de leite para fazer uma gentileza à fisioterapeuta.

Ela tem bastante paciência e está sempre de bom humor.

Tratou novamente do meu lombo, sem grande progresso, para falar a verdade.

Mas a parte da pubalgia atingiu o objetivo.

Despedi-me cordialmente, prometendo dar notícias da evolução e voltar caso necessário.

Não toquei no assunto do osteopata para não gerar mais ruído nessa área.

Este é outro capítulo. Fui às três da tarde e começou o trabalho de esticar a coluna e seus periféricos.

Saí mais animado, com a orientação de passar de duas para três vezes na semana e voltar às caminhadas virís amanhã mesmo.

Isso deixou-me mais animado e até as dores sumiram.

Diz ele que meu problema é o travamento muscular do pescoço para baixo, com origem emocional.

Ou seja, estas duas aqui são as responsáveis por 50% do enguiço.

A outra metade vem da falta dos filhos e netos, a doença do irmão, essas pendências tão comuns a qualquer pessoa.

Fazer o quê?

Retomar minhas atividades, onde o suor joga para fora qualquer contrariedade acumulada.

É a velha história de sempre: viver não é fácil.

Mas tudo vai ainda se ajeitar, vou na fé.

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