Fui às 9h à sessão 20 de fisioterapia. Levei uma lata de doce de leite para fazer uma gentileza à fisioterapeuta.
Ela tem bastante paciência e está sempre de bom humor.
Tratou novamente do meu lombo, sem grande progresso, para falar a verdade.
Mas a parte da pubalgia atingiu o objetivo.
Despedi-me cordialmente, prometendo dar notícias da evolução e voltar caso necessário.
Não toquei no assunto do osteopata para não gerar mais ruído nessa área.
Este é outro capítulo. Fui às três da tarde e começou o trabalho de esticar a coluna e seus periféricos.
Saí mais animado, com a orientação de passar de duas para três vezes na semana e voltar às caminhadas virís amanhã mesmo.
Isso deixou-me mais animado e até as dores sumiram.
Diz ele que meu problema é o travamento muscular do pescoço para baixo, com origem emocional.
Ou seja, estas duas aqui são as responsáveis por 50% do enguiço.
A outra metade vem da falta dos filhos e netos, a doença do irmão, essas pendências tão comuns a qualquer pessoa.
Fazer o quê?
Retomar minhas atividades, onde o suor joga para fora qualquer contrariedade acumulada.
É a velha história de sempre: viver não é fácil.
Mas tudo vai ainda se ajeitar, vou na fé.