Sexta-feira, 17

Continua um clima esquisito aqui. Venta horrores à noite, amanhece brusco pronto para chover mas nada de água.

Esquenta, escurece, venta, seca o ar.

Zero saída para andar. Faltam dois dias de teste.

Fiz musculação indoor, compras de supermercado, preparei a procuração para o advogado de Samas tratar do inventário.

A menina levou a tia ao médico para apresentar o laudo da psicoterapeuta.

Voltaram com receita de medicamentos para controlar medo e esquecimento.

Além de várias recomendações – genéricas ou já sobejamente conhecidas, como refeições nas horas certas, sono de no máximo 8 horas, fazer exercícios físicos, ocupar-se com leitura, socialização – tudo que um idoso deve fazer para se manter ativo física e mentalmente.

Recomendou retornar à psicoterapia, tomar os remédios durante quatro meses sem interrupção, voltar ao consultório em 45 dias, consultar um nutrólogo.

Dez minutos após chegar, já tinha esquecido tudo.

Duvido que fará dez por cento do recomendado.

Dona R já está perdendo a paciência de tanto ouvir as repetições e tentar acelerá-la nos assuntos caseiros.

Não sei quanto tempo vai durar essa encrenca.

De minha parte, hoje marquei consulta para segunda-feira com um osteopata para tirar a dúvida sobre estas dores no quadril.

Semana que vem termino as vinte sessões de fisioterapia, retorno ao nefrologista, faço esta avaliação da lombar no osteopata.

Se nada progredir, tomo uns anti-inflamatórios e recomeço minhas atividades de costume.

Espero que Santo Expedito me ajude nesta parada.

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