Domingo e segunda-feira, 4 e 5 de julho
Ontem, tradicionalmente me dediquei apenas à meditação, duas vezes no dia: às 10h com meu grupo e às 19h30 com o pessoal do RS. O primeiro dura uma hora e dez minutos. Já o segundo leva trinta minutos e mais trinta para leitura e comentários. Geralmente me ofereço para ler o texto mas não dou palpites após. Meu irmão, também frequentador, me zoa do modo de ler lentamente e com o sotaque carregado, segundo ele, do Paraná. Mas é bom para variar porque aparecem uns cariocas assoprando os ésses e os gaúchos com seus “mãs” e falando fino.
Durante o dia dediquei-me à leitura, escrita e sossego, sem sair de casa.
Hoje, segunda-feira, preparei-me para a terceira sessão de fisioterapia às 9h mas um recado no WhatsAppp dava conta que a fisioterapeuta amanheceu com conjuntivite e, por segurança, cancelou a agenda.
Tudo bem, aproveitei para fazer uma caminhada mais vigorosa, de 4km, aqui por perto. Dia frio, fui todo encapotado e voltei já bem aquecido.
Em casa, fiz a musculação caseira bem caprichada, com a TV ligada no You Tube, ouvindo uns mantras budistas, coisa fina, em língua indiana e tailandesa. Não compreendo nada mas nem precisa. O que vale é a música espiritual.
Saí para ir ao supermercado, depois do almoço de feijão com arroz e três ovos fritos. Se não ficasse tão grotesco, comeria meia dúzia, igual ao genro americano. Mas contive-me e satisfiz-me (bonita esta conjugação, não é?) com três, adornados com chuchu cozido com casca. Sim, com casca. Preciso insistir nisso porque, se bobear, as duas descascam tudo que veem pela frente.
Agora, para finalizar, tomei café preto com um tantinho de açúcar – dona H começou a implicar com o adoçante e eu me recuso a tomar café amargo – e meia dúzia de pão de minuto, uma verdadeira tentação. Bão demais.
Vou finalizar aqui e começar a correção de mais um longo texto. Gosto disso. E de outras coisas mais.
Boa tarde, pessoal. Agasalhem-se bem porque o frio está de lascar.