Ontem, domingo, nada de novo. Passei o dia todo dentro de casa. Fiz as duas sessões de meditação, liguei para os irmãos, escrevi, li, fiz musculação caseira, compressa quente na barriga e lombo.
Foram os cuidados com o corpo e a mente. Dia tranquilo, vimos os netos viajando para a Geórgia, “para as montanhas” como eles dizem.
Hoje, segunda, com as atividades de sempre. Treino de 9km rápidos, na avenida.
Convidei as duas para ir ao parque mas desistiram. Dona T com tonturas, reclamando dos remédios e a irmã com cara de quem está morrendo, alegando fraqueza.
Pediu-me que medisse a pressão: 10 x 7, normal.
A minha amanhece 14 x 9 mas já tomo o remédio e abaixa para 10 x 7 também.
Baseado nas ocorrências dos irmãos e seus stents, resolvi antecipar a consulta ao cardiologista. Marcada para julho, agendei hoje para 25 de maio.
Faço isso para acalmar dona B, preocupada com meus hábitos e manias.
Agora são 15h e estou na fisioterapia número 13, de 20 programadas.
Largar a avó falecida assim é coisa de maluco mesmo. Beira o vilipêndio de cadáver. Coisa feia de se ver. E o genro, que fim levou o senhor L.C. Ross?