Acordei cedo, às 5h45, com a gata miando forte em cima da cama.
Passei café e cuidei dela. Permaneço em jejum porque de manhã não desce nada.
Saímos às 7h em direção à clínica. Ajudei-a a preencher o formulário, paguei a conta, fui convidado a entrar na sala de aplicação do fármaco.
Colaborei a contar a longa história do porquê de fazer este exame. A cara de pavor dela é algo assustador.
Espetaram-lhe o dedo para ver a glicemia, mediram a pressão, continuaram com as perguntas. E eu junto pois a enfermeira achou que eu fosse o marido.
Já sou quase porque cuido de todos os assuntos pessoais. Não que eu queira mas faz parte do convívio.
Levaram-nos para uma sala separada com previsão de aguardar 40 minutos. Aproveitei para informar dona V sobre esses fatos.
Antes dos 40 minutos vieram buscá-la para o exame propriamente dito e eu fui despachado para a sala de espera.
Agora, 9h30, encerrado o exame, saindo mais assustada ainda mas já concluído. Aguardamos o laudo inicial para voltar para casa.
Ainda pretendo fazer meu treino e, à tarde, fazer a sessão 9 de fisioterapia. Um dia bem animado.
Continuando: fui à fisioterapia às 14h, voltei 15h30, saí às 16h e fui fazer o treino na pista de atletismo, finalmente aberta nesses vaivéns de pandemia.
Corri forte por 6km , saí todo dolorido. Após descanso e reposição de carboidratos, ainda tive ânimo para a meditação até 21h.