Segunda-feira, 4

Rodagem de 7km na avenida, canteiro central, nesta manhã quente e seca.

Um dia bonito, lembrando à distância o aniversário de três anos de minha querida 🎂 neta.

À tarde, desci ao centro na tentativa de cortar cabelo mas perdi a viagem. Os dois lugares conhecidos estavam fechados.

Voltei encalorado, debaixo de um sol forte. Parei na lotérica para resgatar as apostas premiadas: total de R$ 18,75.

Não deu nem para pagar o conserto de mais um pneu furado, que encontrei hoje ao levar o lixo no subsolo.

Este carro vai completar 13 anos sem nunca ter usado o estepe.

Em duas semanas, furaram dois.

Fiquei duas horas com a irmã de dona B ajustando suas contas no banco. Consegui que acessasse o aplicativo no celular, que nomeasse os beneficiários de suas aplicações, pois não tem descendentes diretos.

Providenciei o cancelamento de uma antiga conta de e-mail desativada pela qual vinha pagando 30 reais mensais, sem usar e sem saber, há muitos anos.

Criei-lhe uma conta nova gratuita que, pelo jeito, vai permanecer virgem. Pelo menos não precisa pagar por ela.

Amanhã vou levá-la à agência para cadastrar o acesso virtual, para conseguirmos aplicar o que está mofando na conta-corrente.

Está assustada com todas estas mudanças, pois tem medo de usar a tecnologia. O máximo que conseguiu até hoje foi colocar algumas contas em débito automático.

Tem medo de usar o cartão de crédito, de questionar as taxas que o banco vai cobrando, tem medo de parcelar alguma compra. Guarda dinheiro em casa, paga tudo à vista.

Estou organizando suas contas, eliminando o que é possível.

Tem telefone pré-pago de uma operadora, o fixo de outra, a internet de uma terceira. Uma confusão total com várias contas sem usar nada.

Vamos levá-la ao médico e à nutricionista para salvar o que for possível. Está praticamente num processo de anorexia e depressão.

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