Quinta-feira, 3

Acordei às 5h com o temporal forte. Medi a pressão: 15 x 9, repeti e continuou alta.

Desci para o café, uma decepção. Em outros tempos era caprichado na arrumação, tudo com cara de fresquinho e novo.

Hoje só de passar perto já percebi a decadência: tudo “de ontem”, poucas frutas, nenhum suco.

É o retrato atual, tudo de baixa qualidade. Menos os preços. Estes sempre progredindo.

Esperei a chuva parar e voltei à visita anterior. A aparência dela estava deplorável. Fiz-lhe companhia e alguma conversa até às 9h.

Peguei um Uber até a casa do irmão 2, fiz-lhe uma visita rápida, louvei-lhe a aparência mais serena, deixei-lhe o pacote de biscoitos de centeio feitos e enviados por dona T.

Andei até a casa dos irmãos 3 e 4, meia hora de caminhada agradável.

Um mate caprichado, conversa longa, ganhei erva-mate crioula e sabonetes de erva-mate também da feira de Samas, entreguei-lhe biscoitos (bolachas?) de centeio igualmente.

Outro Uber e almoço simples em casa.

A corretora chegou pontual, espiei o apartamento, meio mal cuidado, mas só olhei alguns detalhes e fiquei ouvindo aquela conversa tradicional sobre as inúmeras vantagens deste negócio.

Agora vamos ver outros dois neste mesmo prédio.

São todos iguais obviamente, diferindo apenas no estado de conservação, com louças e alguns armários antiquados, excelentes para começar fogo numa churrasqueira.

Para fazer negócio não é defeito. Ao contrário, bom para pechinchar e usar a diferença na reforma com sobra.

Já fiz disso em outras ocasiões com bom resultado.

Mas ficamos só na fase do “faz favor, muito obrigado, dá licença, vamos ver” e que tais.

A conversa séria vem numa fase posterior. Por enquanto só na conversa.

Comuniquei os fatos à dona V e fui fazer um mate, contar mais histórias e esperar a hora da meditação.

Agora são 21h45 e já arrumei a guaiaca para amanhã. Vou me acomodar.

Boa noite a todos e todas.

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