Sábado, 8

Treino bom logo cedo. Não tão cedo assim, às 9h. Mudei o itinerário, saindo do câmpus e indo para a área residencial. Uma longa subida de 2km mais 500m, fazendo a volta e retornando pelo mesmo caminho, com 2km descendo mais 500m planos até chegar em casa.

Subi devagar, desci depressa. Para baixo todo santo ajuda.

Como de hábito, fui em jejum, com apenas o café preto. Na volta, só água, seguido do chimarrão habitual. Almocei forte a comida simples.

Amanhã comemora-se o Dia dos Pais e dona H começa a se agitar, logo “cortada” pela filha. Ainda não é tempo de reuniões arriscando contaminação.

Ontem, sexta-feira, a meditação tradicional é composta da prática, seguida de alguém palestrando assuntos variados. Desta vez estava uma antropóloga que viveu longos anos na Ásia e Micronésia, além de lugares da África.

Ao final da reunião, os cumprimentos. Quando me viu no quadradinho do vídeo, exclamou “nossa, que surpresa, o I.. irmão de um dos maiores antropólogos brasileiros”.

Agradeci o cumprimento com uma reverência.

Excepcionalmente neste dia ele não estava participando. Mas a homenagem foi clara.

Sinto-me orgulhoso de tantos membros importantes na minha família.

Daqui a pouco iniciaremos nossa reunião tradicional dos sábados, com uma hora e meia de duração. Hora de paz e tranquilidade, silêncio sem pensar em nada, virado para a parede, absolutamente só. Isto é zazen. Recomendo para quem estiver interessado em buscar paz dentro de si.

Deixe um comentário