Segunda e terça, 18 e 19

Pulei cedo da cama para levar a menina à rodoviária, às 6h10, rumo a SC. Na volta, passei no Nico para comprar pão. Preparei-me para minha entrevista com a fisioterapeuta às 8h, tendo chegado lá às 7h45.

Atendeu-me quase pontualmente, às 8h10. Tudo bem. Percebi que, apesar de jovem (29 anos), é experiente, fala com segurança, entendeu perfeitamente minhas queixas.

Passou uma série de testes de postura, resistência, força, amplitude de movimentos. Tirei nota baixa na amplitude e e postura e fui elogiado na força e resistência. Descobriu inúmeros pontos (chamado de “nó”) de aderência e travamento muscular.

Lá se foi uma hora de atendimento, com paciência e toque profissional. Gostei do seu jeito, como gosto muito do pai dela, médico que me atende há 30 anos, ou seja, ela nem tinha nascido e eu já frequentava essas paradas de ortopedia.

Muito bem, fechei o contrato de 10 sessões iniciais, com idas às segundas, quartas e sextas, sempre cedo.

Terminada essa parte, fui ainda à musculação, para trabalho apenas da parte superior. Uma hora de trabalho firme, seguida de descanso e ficar em casa pelo resto do dia. Ah, sim, saí às 15h30 para buscar a menina de volta de SC, pois fez um bate-e-volta nos compromissos.

Hoje, terça-feira, comecei com o Lian Gong e a primeira sessão de fisioterapia, às 9h. Passei por uma longa sessão de agulhas (dry needling) em agulhamento seco. Significa que me espetou os pontos mais doloridos, mais massagem pesada nas panturrilhas. Foi de arregalar os olhos a cada apertão nos meus aiaiais. Terminou com alongamento, esticando as canelas (no bom sentido) até liberar toda a musculatura atingida.

Saí de lá às 10h; logo que cheguei em casa fui fazer compras na frutaria, o que faço regularmente porque X está cada vez mais se imobilizando. Tentou há dois dias ir com a filha num petshop e sofreu para andar dentro da loja. Tem se queixado cada vez mais de dores intensas, que não cedem com a medicação.  Até mesmo o bom efeito das injeções  já sumiu e não se pode mais contar com elas pois o médico alertou : apenas de seis em seis meses.

De modos que a cada dia se torna mais clara a necessidade de procedimento cirúrgico, do qual ela não quer nem ouvir falar. Em assim sendo, tudo na mesma. Até quando, só Deus sabe. É isso. Fui…

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