Hoje : dia gelado, 12oC, claro e de sol. Saída de casa cedo, às 7h30, para o médico de X. Pontual, às 8h atendeu, ouviu as queixas, recomendou mais uma vez que retorne ao tratamento convencional com remédios – coisa que ela não faz há meses, daí o agravamento da situação. Ela acha que essas infiltrações ( 330,00 cada, sem amparo do plano, sem recibo para o imposto de renda) vão resolver. Não, não vão. São paliativos que devem ser usados com moderação, uma vez ao ano ( em sete meses já fez quatro num dos lados).
Saiu de lá dizendo que vai voltar à reumatologista, vai tomar os remédios, vai isso, vai aquilo. Não acredito na metade dessas intenções.
Voltei aborrecido, pensando nessa história toda : longa, sem fim, sem progresso.
Saí depois do meio-dia para a musculação, passando na farmácia para comprar o remédio principal : 499 reais uma caixa para 30 dias. Com os descontos e pechinchas, baixou para 380,00. Observei na caixa e comentei com a atendente : vai vencer em junho. Como só tinha uma no estoque e ainda por cima na filial, aceitei depois de esperar mais de meia hora para que alguém fosse buscar.
Em dúvida ainda, liguei para o 0800 do fabricante mas eles me tranquilizaram : sim, vale para o mês todo. Tudo bem, se ela tomar direito. Tenho ainda uma caixa com 18 comprimidos, vencidos em março. Pois é…
Chega dessa história. Fui à academia, paguei 10 reais, fiz meu treino, uma corridinha leve na esteira durante 20 min com 2,5 km sem dores. Até aí tudo bem. Pelo menos uma coisa tem que funcionar.
De volta para casa, tomo café e organizo meus pertences e enquanto isso elas assistem os programas femininos da tarde na TV.