Sábado, 12

Atividades do dia : fisioterapia, final das 10 sessões. Se adiantou ou não, não sei. Fí-las por iniciativa própria, sem indicação médica. As sessões são absolutamente tradicionais, sem a menor comprovação de eficiência. Além do quê, o fisioterapeuta – tal e qual um curandeiro – faz a prescrição de per si e nem acompanha os procedimentos, que ficam por conta de estagiários. É um verdadeiro charlatão.

Daí me perguntarão : por que vai lá?

Porque é perto de casa, ele consegue autorização do plano de saúde, os aparelhos servem para reduzir as dores e me mantêm afastado  dos treinos.

Ao andar na ida e volta, não senti desconforto – servindo para os primeiros testes. Na segunda-feira, andarei mais rápido e mais longe e, assim sucessivamente, até conseguir trotar levemente e novamente.

Depois dessa história, voltei para casa e fomos às compras de supermercado, além de passar no Japa aqui perto para pegar a feijoada do sábado, uma das minhas inúmeras loucuras. Ela ficou distante, preferiu legumes apenas. Já eu, me afundo com gosto a ponto de tirar um cochilo após lavar a louça. Eu lavei, ela encarregou-se da roupa a lavar.

Agora vou à meditação. Na volta, sessão de pão de queijo. E amanhã, passeio em São C para comemorar o Dia das Mães, junto da filha e genro.

Feliz Dia das Mães a todas vocês, que tiveram esse trabalhão todo. Nós, papitos, nem tanto. Tudo bem, nada é perfeito. Tudo certo, tudo em paz. Fui…

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