Atividades passadas : na sexta à tarde, apesar do calor forte, saí para resolver umas pendências. A primeira, depois de cancelar a reserva do hotel no RJ, foi a de preparar os formulários para que um amigo retirasse meu kit do dia 3 de junho. Assim, baixei os documentos no pendrive e fui a uma lan-house para imprimir. Então, duas folhas : 3 reais.
De lá, comprar água mineral. A tia sem troco, voltei com o galão vazio. Mais adiante, encontrei minha amiga K que me forneceria a “muda” do kefir. Passei no prédio dela e ganhei o vidrinho. Volta para casa. De casa, ir ao consultório do doutor das agulhas pegar a requisição para uma ressonância dos cambitos. Ele convenceu-se de que não estava adiantando apenas as espetadas. Vou fazer o exame para ver o tamanho do estrago.
Do consultório, tocar para a clínica. Vaga só para daqui duas semanas. Fui em outro : só daqui três semanas. Aviso o doutor. Ele recomenda outro lugar. Ligo lá, já ressabiado de ter que fazer particular, assunto de 1.000 reais, mas tenho sorte desta vez.
Além de atender meu plano, ainda tem horário para esta segunda-feira às 9h da manhã. Muito bem, fiquei mais animado. Só que X tem perícia no mesmo horário e mesma data.
Tento falar com o perito. Necas de atender. Tudo bem, fica para resolver na segunda-feira às 8h. De duas coisas tenho certeza : primeiro, não perco meu exame de jeito nenhum; segundo, X não vai sozinha de jeito nenhum. Logo, temos que dar um jeito nessa perícia porque os furos estão marcados para quarta-feira às 10h.
E sem perícia, necas de furos. Assunto para ela resolver sozinha na segunda, porque saio cedo de busão ao encontro do meu exame. Fui..
A todas essas, fui me acomodar quase às 6 da tarde, de tanto rodar de carro pra lá e pra cá.
Atividades de sábado : fui à sessão de fisioterapia número 4. De lá, já com o material pronto, iria à musculação. Mas desisti. Perdi a vontade de andar mais um tanto, fazer força, sentir dor na canela. Voltei lentamente para casa, peguei o carro e fui fazer compras de “frutinhas”, como costuma dizer X.
Não gosto dessa expressão, fiz de conta que não ouvi, comprei tudo que achei necessário.
Às 16h, meditação e X foi junto. Comportou-se melhor, sem resmungar muito, as pessoas ficaram felizes em vê-la. Saímos às 17h30 para ficar bloqueados no trânsito durante uma hora. Tinha começado uma corrida feminina ali perto e, consequentemente, as ruas estavam interditadas. O recurso foi estacionar e esperar o desbloqueio.
Depois do mate, perdi a fome. Jantei “frutinhas” e assisti um filme. Quase não entendi nada devido ao estrondo das torcidas de Ponte x Guarani, que se estendeu até perto da meia-noite. Nem a gata conseguiu se acomodar, assustada com os foguetes e helicópteros.
Hoje, domingo, atendendo a um pedido de X fomos a uma confeitaria para espiar os preços e cardápio, com vistas ao meu aniversário daqui a alguns dias. Mas estava fechada e abriria às 11h.
Para passar o tempo, fui comprar água mineral Ibirá – aquela de ph super alto – para os churrilhos de X.
Mais uma parada no Petshop, 29 reais, para os petiscos da safadinha.
Volta à confeitaria. Lugar pequeno, preços enormes. Muita conversa, muito blábláblá, X quis experimentar o espresso (odeio essa desgraça) mais um quiche e um doce. Tudo vezes dois, pela bagatela de 40 reais. Tudo bem. Vão me passar o orçamento na próxima semana.
Serão poucos convidados : irmãos, cunhada, filha, genro e agregados, total de 12 pessoas. Prefiro em casa, mas X não tem mais condição física, nem ânimo, nem paciência de repetir as dezenas de aniversários caseiros. Nem eu tenho vontade de reunir muita gente.
Depois daquele lá em casa em maio de 1967, nunca mais foi o mesmo. Aquele, sim, valeu a pena só pela presença de tantas pessoas queridas.
De qualquer modo, todo mundo continua convidado para esse e outros até eu morrer. Vai que numa dessas dá certo. Nunca se sabe…
Almoço de hoje, já que estava na rua, foi no restaurante de sempre novamente. Encontrei alguns amigos, cumprimentei-os, almocei, paguei, voltamos embora. Agora, numa tarde de muito calor – são 13h53 – vou descansar, ler o jornal e assistir o futebol.
Sempre a mesma coisa, sempre na esperança, sempre em paz e que o Senhor nos acompanhe, como diz o padre no fim da missa.
É isso, bom domingo para todos e uma ótima semana com muita alegria e disposição. Dincuia, panhe…