De volta para casa, dormir na minha cama, usar as minhas coisas. Muito bom isso. Parece assunto de gente velha mas tenho visto que todo mundo é assim.
Acordei mais tarde, às 7h15, com a mesma rotina. Depois do café, uniformizei-me como se fosse correr mas apenas andei até a farmácia para comprar alguns remédios de X além de dois gatorades para ele, para estancar mais uma desidratação.
Por que? apenas pelo fato de beliscar uns salgados do aniversário e o glúten já faz um estrago daqueles. Experiência mais que conhecida mas evitar, quem há de?
Andei quase 4km sempre sentindo o incômodo tradicional. Fazer o quê? descansar e por um pacote de gelo debaixo da perna sobre o banquinho, enquanto escrevo e atualizo minhas planilhas.
Mudando de saco pra mala, conto-lhes o sonho desta noite. Muito bom. Uma pessoa emprestou-me uma motocicleta gigante para que pudesse ir trabalhar na SIX. Usei por uma semana e depois fui devolver lá em cima, no DER, na casa de madeira – verde se não me falha a memória – na esquina da Theodoro Toppel com Manoel Furtado Neves.