Domingo, 22

Andanças pela manhã : buscar passagens gratuitas de idoso para quinta-feira. Às 8h, já tinham reservado as das 13h30. Fiquei com as das 12h30, não sem antes voltar para casa para levar X pessoalmente; a atendente não aceitou me dar a passagem sem presença e X foi mas não sem reclamar. Ao final, tudo certo.

Nova caminhada para comprar ração de M; apesar de domingo, o comércio não para. Fui e voltei andando, para completar 6km, com 5kg de ração no lombo. Ainda passei no Japa na volta para incrementar o almoço.

Em casa, mate e conversa com o genro; ele dá um jeito no meu “smartvelho”, ajustando as configurações e instalando o app novo do Santander. Agora estou ligado no futuro, conectando os cartões de crédito virtuais.

Almoço caprichado, lavar a montanha de louça enquanto X organiza a cozinha. Vou descansar um pouco, leio o jornal e agora vejo o tradicional futebol dos domingos.

No Estadão de hoje, caderno Aliás, um artigo sobre meu escritor favorito – Albert Camus –  “o escritor medíocre é levado a dizer tudo que lhe agrada. A grande regra do artista, ao contrário, é esquecer parte de si mesmo em proveito de uma pressão comunicável.”

Em sendo assim – não que me considere um escritor mas se pensasse que fosse – seria mais um medíocre.

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