Sexta-feira, 9

Atividades do dia : pulei da cama às 6h30 com os miados de Milu. Não me deixa nunca passar desse horário. Se insisto em permanecer deitado, à espera de um sonho bom, ela mia cada vez mais desesperada. Se nada disso adiantar, começa a morder minha mão ou pé, dependendo do que está aparecendo debaixo da coberta. Sim, coberta, porque apesar do calor constante nessa terra, não fico desguarnecido. E não é de hoje. Já vem do tempo do cobertor de penas. Que não existe mais, suponho.

Limpei seu espaço, troquei a água da tigela, dei-lhe comida. Fiz café. Saí às 7h25 para deixar o carro na oficina. Voltando a pé, parei no dentista para pedir um horário, a fim de restaurar uma obturação antiga, caída há alguns dias. Mas ele me atendeu direto, fez o restauro, queixou-se mais uma vez da AMS, marcamos para quarta-feira, 21, às 9h para completar o serviço. Este dentista é filho do anterior, que nos atendeu desde que chegamos aqui em 1983. Era um “piá lambaio” na época. Agora, um senhor muito educado e atencioso igual ao pai. Este, com 90 anos, passa o dia todo em casa velando a esposa na cama, que não se move nem fala há 5 anos depois de um AVC. Visito-o de vez em quando pois mora aqui perto. Vejo a casa dele da minha janela.

Completei meu café da manhã e saí para a musculação. Caminhada de 2km. Mesmo preço, 10 reais. Cumprimentei os amigos que não via desde dezembro passado.

Treino forte, longo, caprichado. Volto andando mais 2km. Banho e mate, encomendo o almoço na birosca aqui perto de casa. Muito chique, mandam-me o cardápio pelo WhatsApp, apesar de ser um feijão com arroz meio jaguarinha. Igual ao preço : 14,90.

Agora descanso e aguardo o aviso da oficina para buscar o calhambeque.

Tudo certo, tudo em paz.

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