De trás para frente, sábado, 25

Pulei o relato de ontem. Não foi grande coisa em termos de atividade física. Apenas andar um pouco pela manhã e completar algumas compras de rotina. Almocei e descansei, fazendo hora para sair para Sumaré buscar o kit. Fomos às 13h30 e chegando lá às 14h15. Recebi o material na fila preferencial devido estar com M ao lado, de bengala.

Calor de 32oC. Passamos na Droga Lúcio, uma farmácia cujo dono e atendente é nosso conhecido de longa data. Frequentávamos esta farmácia desde 2006, quando o quadro de saúde dela se agravou de tal forma que a gente procurava tudo que nos ensinavam. Este foi um deles : Lúcio é “sensitivo”, ele sente e percebe qualquer problema de saúde; em seguida, benze e receita os remédios alopáticos.

Hoje não foi diferente. Olhou para ela e disparou : você está com os nervos inflamados. A pura verdade, ela está com a ciática irritada, causando um dor forte e constante. Após o benzimento, aplicou uma injeção e recomendou umas drogas convencionais. Comprei para encerrar a história porque ela não vai tomar mesmo.

Mas aos poucos a dor foi cedendo e hoje, domingo, está mais aliviada. Tanto é que me acompanhou na corrida e de bom humor.

Entonces, passado o assunto da farmácia, fiz umas compras de quitanda ali ao lado e voltei para casa. Cansado não sei do quê, tomei café e apaguei até as 6h da tarde.

Resultado : fui me acomodar mais de 22h e acordei às 2 da manhã com o estrondo do temporal; não consegui dormir mais, fiquei pensando na vida até as 5 da manhã, quando levantei para preparar o café, reunir minhas bugigangas e se mandar para Sumaré. Antes, levei o lixo, apanhei o jornal, ouvi os choramingos habituais do porteiro da noite contra o do dia. Na condição de conselheiro do condomínio, volta e meia sou solicitado a dar palpites ou ouvir as queixas dos empregados.

Resolvida esta parte, rumo à rodovia para mais uma corrida bem sucedida e agradável, num lugar simples e no meio de gente legal e divertida. Mas esta é outra história…

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