Escrever o quê?

Tudo que vier à lembrança. Assuntos aparentemente banais e repetitivos, relatos supostamente sem importância. Tudo do dia a dia pois nossa vida é feita do cotidiano, seja ele agitado, empolgante, ou sem graça. Talvez o seja entediante para nós mas não para os leitores. Eu escrevo sobre as minhas nem tanto eletrizantes atividades mas se os leitores continuam prestigiando é porque se interessam.

De modo que … lá vai : rodagem de 10km com almoço pra lá de simples, descanso com o jornal, escrever meu relatório semanal para o treinador, deixar M na casa da filha – onde farão uma oficina de mandalas -, passar no Lirabus para pegar a passagem gratuita e, de lá, à meditação.

Fizemos a reunião com oito pessoas, ouvindo a chuva, que voltou forte e esperada por todos.

Terminamos às 17h10, uma xícara de chá, um pouco de conversa, e volto para casa a aguardar o chamado de M para ir buscá-la. Ontem ela tentou usar o carro mas não conseguiu : faltou força para pisar na embreagem.

Agora, continuo a escrever, depois de comer pão com manteiga e tomar água. Preciso eu de mais alguma coisa para estar bem?  Não preciso de mais nada.

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