Terça-feira, 12

Fisioterapia final. Fui às 8h30, no pior horário. Está sempre lotado. Para não ficar esperando 20 minutos até vagar o “turbilhão”, fui em direção ao Largo do Pará comprar as passagens de ônibus para amanhã. Fiquei sabendo que, com antecedência mínima de 5 dias, é possível reservar para idosos sem pagar nada. Mas já estavam comprometidas; parece que são apenas 2 lugares por viagem. Fiquei sabendo ao pedir as poltronas 3 e 4 para simplificar o movimento de M, não para ganhar isenção. Tudo bem, fica para a próxima.

Voltei à clínica, fiz os procedimentos, fui à musculação. Tudo andando. De casa à clinica são 6 quadras; dali ao ônibus mais 4 (ida e volta, oito); da clínica à musculação são 5 e desta para casa mais 8. Total : 27 ou 2,7km mais 2km na esteira. Além dos pesos, 3 x 15 x 8.

Voltei para o mate mas no caminho volto bebendo uma garrafada de whey protein.

Às 11h a menina liga : pai, o carro está fazendo barulho na direção e roda da frente. O que faço?

Vamulá…ligo para onde fiz a manutenção semana passada, pessoal que conheço há muito tempo. Atenciosos, resolvem já o assunto de alguns parafusos que afrouxaram.

Fica pronto a tempo de ela almoçar e continuar as andanças a tarde toda, nos seus assuntos profissionais.

A americana liga contando que o menino está com febre e rouco. É a primeira vez na vida. Não sei como vão resolver. Este guri não foi vacinado de nada, nem batizado, nunca tomou remédio. M fica sem sossego. Está agitada, fica difícil de lidar. Depois passa. Tudo certo.

Aproveito para escrever em paz. O treinador está agindo, das 14h às 15h.

Sempre, para sempre. Nunca é demais repetir.

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