Cheguei em casa já na segunda-feira, à 00:15, sob chuva e frio. Peguei um táxi porque estava cansado e chovendo. Normalmente venho andando este trecho do Largo do Pará, onde o busão estacionou. Mas já era muito fora de hora, com o peso da mochila, chuva, frio e pernas cansadas. Para perceber como é perto de casa, a corrida custou R$ 9,00.
M estava me esperando com o tradicional pudim de leite, com que me agrada a cada corrida longa. Se fosse a maratona – 42km – seria um pudim duplo. Como a prova foi de 21km, fez um normal. Tradicionalmente delicioso, desta vez não foi diferente. Mesmo à uma da manhã não deixei de degustar três fatias grandes.
Ainda guardei e organizei todos os meus pertences, tomei banho, separei toda a roupa a ser lavada. Contei-lhe todos os detalhes dos três dias e acomodei-me para descansar. Muito frio, vento e chuva, até Milu subiu na cama.
Acordei bem, às 6h30, com as tradicionais dores por todo o corpo, que sumirão daqui um ou dois dias.
Complementando o relato de ontem, saímos do hotel às 14h em direção a uma churrascaria na Barra, caminho de saída. Um almoção daqueles, por conta da organização. Lugar chique, lotado, mas tudo muito bom. Saímos às 16h30 e comecei a escrever o relato mas a tela do smartphone é miúda e fica difícil escrever, além do Wi-Fi do ônibus variar bastante. Perdi alguns parágrafos já escritos e desisti de concluir.
Todo mundo logo apagou e fiquei ouvindo música no MP3 e lendo no Kindle durante algum tempo. Resolvi cochilar e descansar. Acordei em Guaratinguetá, onde descemos para lanche. Só comprei dois pacotes de biscoito para M. Não gosto de chegar sem alguma lembrança pois ela é igual criança : fica sempre esperando um agrado. O que não me custa nada fazer.
É isso. No balanço geral, apesar do susto e alterações de horário, deu tudo certo e cá estou, vivo e tranquilo, aguardando as novidades.