Cheguei bem, às 6h30 em ponto. Viagem tranquila, alguma turbulência sem incomodar. Sem crianças chorando, tudo certo.
Na cadeira de rodas, direto para a imigração, sendo atendidos em primeiro lugar, passando na frente de mais de 200 pessoas, coisa de ficar uma hora e meia na fila. O atendente empurrou a cadeira até a esteira, esperou as malas chegarem, ajudar a por no carrinho e acompanhou até a saída. Gorjeta de 5 dólares, agradeceu e sorriu. Tudo certo.
Dali meia hora a menina chegou, com o nenê. Mais meia hora e estávamos em casa, para tomar um café. Ela sempre leva uma sacola com frutas, água de côco, nozes. Sempre nos tratando com gentilezas. Entrando no nosso quarto, duas sacolas com presentes. Sempre gentil e atenciosa. O nenê está engraçadinho, andando pra lá e pra cá. Ri e brinca conosco como velhos conhecidos.
O genro está em viagem, num congresso em Las Vegas. Deve voltar amanhã. Conversei com ele pelo Facetime.
Passei a manhã lidando com o nenê, o gato e os cães. Apaguei depois do almoço. É uma viagem longa, de 8 horas, dormindo sentado com várias interrupções. Agora vou me acomodar cedo porque pretendo rodar 10km amanhã cedo, independente do calor forte que faz aqui, em torno de 38oC, durante o dia.
Não foi possível dar nota dez para esta viagem : esquecemos os pacotes de Legendária. Nunca me aconteceu assim em 10 anos. Trouxe a bomba, o café, os doces e esqueci a garrafa térmica e a erva-mate. Tenho aqui um pacote pequeno de Polaca e vou ter que comprar alguma “verdinha” no Seabra (supermercado de produtos brasileiros, aqui perto, onde se acha de tudo do Brasil).