Sexta-feira, 26 de maio de 2017.

Treino de hoje : rodagem de 8km, com velocidades variadas. Treino forte, puxado, na grama e subidas. Feito logo cedo, às 8h, num dia luminoso de sol e calor.

Agora : tomo mate enquanto M se esforça nos exercícios com o treinador.

Malas arrumadas, decolagem prevista para 23h20. Pretendo ir ao aeroporto, via Uber, às 21h. Ao chegar, fazer o check-in e pedir a cadeira de rodas para deslocamento até o embarque. Já se tornou um ato normal e aceito por M.

Almoço previsto no restaurante a quilo, levando a filha junto. Ela me ajuda em amparar M enquanto estaciono. Ontem foi assim também.

Amanhã, se tudo correr bem, refeições somente em casa, com a família. A menina está padecendo com enjoos, não suporta o cheiro da comida do nenê e só quer comer batata comum e “bisnaguinha”. Já o nenê não gosta de batata nem de ovo. Quando lhe oferecem, cospe. Gosta mesmo é de batata-doce, brócolis e de todos os outros vegetais e frutas, além de sardinha em lata. Já eu, tenho verdadeira ojeriza de sardinha e peixes, folhas verdes e lentilha.

Ontem à noite, fiquei um tempão com a filha no whatsapp, combinando a chegada. Ela costuma ir nos buscar no aeroporto sempre, mesmo que seja cedo pois chegamos às 6h e a liberação sai aí por 7h, enquanto que ela vem de Coral Springs, cerca de 45min de carro.

M fica furiosa, não quer incomodar, prefere que chamemos o Uber ou táxi. A menina estrila e bufa com a mãe, que não aprendeu até agora a aceitar. A pretexto de não incomodar (igual à mãe e irmã dela), sempre quer refugar e ficam nessa lenga-lenga.

Sou pragmático. Igual a Buda, aceito o que me oferecem e ofereço o que tenho.

Depois de discutirem uma hora, ficou acordado o seguinte : sentindo-se bem, ela vai nos buscar; se amanhecer sem condições, vamos por conta própria. Vira e mexe, tudo fica no mesmo.

Por que estou contando tudo isso? sei lá…

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