Quinta-feira

Dia de chuva, graças a Deus. Ainda deu tempo de sair na rua com o nenê tomar sol. Longa conversa com o guri a respeito do novo caminho a seguir, dos ajeitos de conta de banco, título de eleitor, carteira de motorista, renovar tudo.

Musculação, com 2km na esteira. Ontem foram 2km no Bosque, finalmente. Comecei andando porque logo de cara encontrei um amigo e ficamos andando e conversando. Não pude escapar. Em seguida, ele se mandou e consegui completar meu treino. À tarde, churrasco-monstro (daqueles de ficar o dia inteiro na casa alheia, deuzolivre…) com a família do genro. Mas, o lance é entrar no clima e deixo rolar. Voltei para casa às 6 e tanto da tarde. Renovo-me com banho frio e mate quente.

Aquela excursão foi cuidadosamente planejada para cercar alguém. Não foi possível. Fiquei tanto tempo sem compreender a ausência dolorosa. Agora sei o motivo real. Somente o passar do tempo desvenda tantas reviravoltas. O destino cruel mas não é invencível. Parece que sou mais feliz agora que – apesar de tão longe – estou recompensado. Sabe-se lá o que poderia ter ocorrido se a história fosse diferente. Mas, tudo bem. Uma coisa é certa : nunca desisti e jamais desistirei. Também não desisto de uma fotografia de corpo inteiro e pés descalços. Pervertido, eu? não, apenas cismado; preciso sentir novamente a emoção daquele treino de vôlei quando ajudei a subir e prender a rede. Se não tivesse subido nas minhas mãos, não teria alcançado. Se concordar, aguardo. Se não, não toco mais no assunto e respeitarei sem perguntar. Pronto, falei.

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