Quinta-feira.

Quarta e quinta, 28 e 29 de setembro.

Pouca coisa a contar. A mesma lengalenga. Alguns exercícios, compras de material, hidroginástica, andar na esteira sem dores durante 25 minutos, musculação. Orçamentos, poeira, barulho de quebra de piso, marteladas, casa virada.

Chegaram quatro livros de John Fante. Gosto dessas histórias dos anos 20 e 30 nos Estados Unidos : tempo de miséria, tempo do pessoal se virar com pouca coisa. Mas não consigo ler com esse estrondo.

Preciso ver o que ocorre com o carro : está com água debaixo dos tapetes. Aqui dificilmente chove e quando acontece aí é que não saio mesmo. A menina abasteceu e lavou os vidros. Amanhã vai usar novamente. Irei a pé ao dentista às 7h30, aqui perto. De lá, pegou o ônibus e vou à dermatologista para fazer uma revisão. E às 13h30 busco o resultado da ressonância e levo ao ortopedista. Vou me movimentar muito amanhã.

O fisioterapeuta acaba de chegar. São 13h52. Vamos a mais uma sessão de reorganização.

Quatro horas. Vou levar o carro na oficina. Diagnóstico : radiador furado. A água que molhou internamente vem do radiador de ar-condicionado. Troca : 450 reais. Deixar lá e pegar amanhã à tarde. Aviso a menina que o empréstimo será cancelado. Vai ter que ir de Uber. E eu, a pé e de busão.

Em casa, começo a lixar o teto do banheiro. Depois, vou pintar.

Recebo um vídeo do netinho comendo, ou melhor, raspando o prato fundo com papinha de frutas. Já apareceu o primeiro dentinho. Cada dia mais esperto. É uma imensa alegria para nós.

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