Segunda-feira
Hoje é aniversário do meu genro americano. Faz 32 anos.
Parti cedo para a clínica, às 7h30, de busão. Peguei o primeiro que passou, que me levasse próximo do destino. Desci em frente ao Extra, restando 8 quadras a pé. Cheguei às 8h05. Aguardei o médico que, pontualmente, apareceu às 8h15. Chamou-me às 8h30. Conversa vai, conversa vem, exame protocolar na maca, teste de apertões, contei meus últimos movimentos, desde sexta-feira até hoje cedo. Orientado a continuar com gelo (20min, 2 a 3x ao dia), fazer a ressonância na terça cedo, aguardar o resultado, cancelar as sessões de acupuntura até sair o resultado. Entrementes, posso fazer a hidroginástica (segundas e quartas) e musculação superior nas terças, quintas e sábados. Tudo certo. Despedi-me e peguei o busão de volta, ali perto. Desci no centro, andei até o laboratório (caminho de casa) para pegar os resultados de M. Ali perto mesmo comprei abacates na carriola, passei na banca apanhar dois livros novos – O americano tranquilo, de Graham Greene e A cartuxa de Parma, de Stendhal além de Coquetel Topázio – Desafio Difícil (palavras cruzadas). Gastei 52 reais aí, mais 5 reais de fruta, mais 2 reais para o sem-teto com cachorro. Sempre que vejo algum morador de rua com cachorro, paro, converso e ofereço um troco parabenizando por ter um animal bem cuidado. Andei lentamente até em casa, parei um instante para pegar grama para Milu. Ao chegar, encontro o pessoal do gesso subindo com as ferramentas e material. Me mando para a academia, musculação até as 11h30. Ao voltar, enquanto tomo mate, ouço as pancadas no teto e observo a poeira branca voando pela casa toda. Tudo bem. Almoço e vou para a hidro. Converso com Vagner, violoncelista da Sinfônica. Converso com Ozil, 80 anos, conselheiro da Ponte Preta. Estou de volta às 15h40. Encontro Marly limpando, varrendo, passando pano… Agora vou fazer café.