Sem fim.
O cálculo de revestimento – ou azulejos, como prefiro – foi de 16m2. Comprei 18m2. Aí faltaram 6m2. Comprei-os. Aí faltaram mais 2m2. Fui hoje cedo numa loja lá no caixa-prego para conseguir. E ainda errou a colocação do enfeite de mármore da pia. Foi preciso remover e fazer uma nova. Reforma é sinônimo de novela : produção cara, chata e sem fim.
Esquecimento.
Chegou no sábado aqui em casa para almoço e meditação. Geralmente se atrasa porque apesar de morar aqui há 33 anos, sempre se atrapalha com o trânsito. Há pessoas estritamente intelectuais e pouco práticas. Este é um dos casos. Até aí tudo certo. Após a meditação resolveu ir ao Café Regina com Eirin (da história anterior), amiga e praticante. Deixei-os lá. Ele voltou mais tarde, a pé, como combinado. No domingo após o almoço, foi embora. Saiu raspando da garagem, calculou mal a manobra. Como de hábito, ligou contando que chegou bem. Mas extraviou o cartão de crédito, usado para pagar o café. Na segunda cedo, lá estava eu resgatando o cartão, esquecido na máquina.
Mal.
Voltei ao início. Hoje fui correr na esteira, prevendo 25min a 8,5km/h. Cheguei ao minuto 18 e parei, com dor. Talvez fosse apenas uma câibra. Talvez não. Senti a dor voltar levemente e quase aumentar. Parei na hora. Fiz ainda, cuidadosamente, a hidroginástica. Mas voltei mancando. Avisei o fisioterapeuta, vai me retornar às 18h. Liguei para o médico. Mandou fazer compressa com gelo durante 20 minutos, duas vezes. Antecipou a sessão de quinta para amanhã às 17h. Preciso cancelar o exame de esforço que faria nesta sexta-feira. Paciência, muita paciência.
Livro.
Que bom que chegou mais um livro da Estante Virtual : Pergunte ao pó, de John Fante.